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Just Ride

"Even if I lose this feeling, I’m sure that I’ll just fall in love with you all over again." - Syaoran Li, Card Captor Sakura

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Quando somos crianças fazemos loucuras

Janeiro 15, 2018

Quando era mais nova, novamente por volta do meu 2º ou 3º ano, tive uma ideia que na altura me parecia brilhante. Agora mais velha penso que a minha ideia foi mais idiota de todas, mas na altura fazia-me sentido, tanto que eu concretizei a ideia.

Nessa altura eu ainda-me sentada perto da Twi e ela quando estava muito chateada partia-me os lápis e eu era obrigada a comprar outro, outras vezes os meus amigos pediam-me algum lápis e o que acabava por acontecer é que eu ficava sem eles.

Depois de várias vezes isso acontecer, um dia eu estava a escrever qualquer coisa no meu caderno e com o lápis a ficar pequeno, peguei no afia para afiar a ponta e foi quando eu pensei: " Se eu afiar o meu dedo ele fica do formato do meu lápis e eu nunca mais preciso de comprar mais lápis nenhuns." Na altura a minha ideia é que o meu dedo ia crescer como as minhas unhas, portanto não havia necessidade de eu me preocupar em ficar sem dedo.

Então passei uma semana inteira a tentar perceber qual era o melhor dedo e qual era o dedo que cabia dentro do buraco do afia. Quando descobri percebi que tinha de ser, o lápis que eu estava a usar estava a ficar pequenino por isso era a melhor altura para afiar o dedo. Peguei no meu afia e coloquei o meu dedo lá dentro (era daqueles que tinha dois buracos, um para um lápis pequeno e outro para o lápis mais grosso - coloquei o dedo no buraco mais grosso), satisfeita percebi que ele cabia como eu esperava. O dedo estava preso e eu dei a volta ao afia. Não demorou muito a tirar o dedo lá de dentro. Estava a sangrar e estava com a pele levantada, e eu estava com lágrimas nos olhos a chorar. Levantei-me e fui ter com a minha professora. Como estava com vergonha e na altura eu roía as unhas acabei por lhe dizer que tinha roído e tinha começado a sangrar. Ela disse-me para eu ir ter com a funcionária e eu disse-lhe a mesma história, coloquei um penso e voltei para a aula.

Quando a minha mãe me foi buscar contei-lhe o que tinha feito e ela não ralhou comigo nem nada só me disse: "Agora já sabes que os dedos não podem escrever. Não podes voltar a fazê-lo." 

Na atura pareceu-me uma brilhante ideia, agora com 19 anos e que penso no assunto penso que foi idiota.

Esta foi outra história que me lembrei enquanto devia estar a estudar para Arte Medieval (teste que vou ter amanhã)

Beijinhos 

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